Feito por alunas do 7°A 2011 ANA LAURA, Nº01 MARIANA, N°21 NATÁLIA, Nº23 SAMIRA, Nº27 e THAIS, N° 29
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Xilogravura José Maurício n-16
Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira como matriz e possibilita a reprodução da imagem gravada sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo muito parecido com um carimbo.
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.
Historíco
Xilogravura é de provável origem chinesa, sendo conhecida desde o século VI. No ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas a cores, que tiveram grande influência sobre as artes do século XIX, e a técnica da gravura de topo criada por Thomas Bewick.
Fontes:
É uma técnica em que se entalha na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende imprimir. Em seguida usa-se um rolo de borracha embebecida em tinta, tocando só as partes elevadas do entalhe. O final do processo é a impressão em alto relevo em papel ou pano especial, que fica impregnado com a tinta, revelando a figura. Entre as suas variações do suporte pode-se gravar em linóleo (linoleogravura) ou qualquer outra superfície plana. Além de variações dentro da técnica, como a xilogravura de topo.
Historíco
Xilogravura é de provável origem chinesa, sendo conhecida desde o século VI. No ocidente, ela já se afirma durante a Idade Média. No século XVIII duas inovações revolucionaram a xilogravura. A chegada à Europa das gravuras japonesas a cores, que tiveram grande influência sobre as artes do século XIX, e a técnica da gravura de topo criada por Thomas Bewick.
Fontes:
Roteiro da apresentação
Meu nome é Isabel
E tenho olhos cor de céu
Meu coração dois homens ama E tenho olhos cor de céu
E penso neles todas as noites enquanto estou na minha cama
Eu sou um vampiro
Meu nome é Eduardo
Com um só suspiro
Assusto até urso pardo
Meu nome é Jacó
E eu sou um lobisomem
E com um só uivo
Assusto qualquer homem
Meu nome é Gaspar
Eu gosto de brincar
E eu não sei o que é amar
Apenas ficar
Meu nome é Genildo
Minha filha é a Isabel
Acredito que ela seja fiel
Porém Jacó é meu genro preferidoEduardo: Querida eu te amo muito
Jacó: Eu te amo muito mais
Bel: Chega! Brigam como dois animais...
E não fazem nada demais.
Eduardo: Mas eu sou melhor!
Jacó: Só se for o melhor do pior.
Bel: Vou sair um pouco para pensar...
Jacó: Mas eu que vou te ensinar a amar...
Genildo: Filha pense na sua decisão.
Bel: Mas eu preciso seguir meu coração.
Genildo: Não, você precisa escutar a voz da razão.
Genildo: Não estou te obrigando, porém, Jacó é o melhor, se quer minha opinião!
Genildo: Durma agora para poder resolver.
Bel: Ok, papai, amanhã conseguirei entender.
Genildo: Boa noite querida
Bel: Obrigada pela ajuda
Gaspar: se declare para ela
Edu: Talvez mande para ela uma piscadela
Gaspar: Não, isso é coisa do passado.
Edu: Melhor do que ficar calado
Gaspar: Você precisa rouba-la um beijo
Edu: Ok, mas agora me passa o queijo?
Gaspar: Sim, mas esta tudo de pé?
Edu: Tudo, também quero café.
Jacó: Bel, passei a noite pensando em você
Bel: Mas no que?
Jacó: que eu te amo e só quero te fazer feliz.
Bel: Mas eu não quero compromisso...
Jacó: Por favor, pelo menos não fique com o outro.
Bel: Que outro?
Jacó: Aquele vampiro que quer teu coração
Bel: É muito estranho esse negócio de paixão...
Jacó: Pense neste caso inexplicável
Bel: Talvez seja muito complicado.
Jacó: Para mim é muito incontrolável
Bel: Pensarei e te direi o resultado
Jacó: Você sabe que tenho o coração dela...
Eduardo: Por isso te matarei com uma dentada
Jacó: ahh! Só pode ser uma piada.
Eduardo: Piada? Que nada!! Quer ver? (Jacó morre)
Genildo: O que você fez seu demente!
Edu: Só usei meu dente.
Genildo: Irei te matar com minha pistola!
Edu: Velhote, isso não cola!
Genildo: Você matou que desejava ser meu genro
Edu: Nem estou ligando! Hum...
Genildo: então tá! Pow (Edu morre)
Bel: O que você fez?
Ge: O que você acha? Ele fez estupidez
Bel: Mas agora vou ficar sem ninguém
Ge: Ah, você arranja alguém!
Gaspar: O que aconteceu?
Ge: Seu irmão morreu
Gaspar: Mas e agora? O que farei?
Ge: Não sei, mas não foi tão fora da lei.
Gaspar: Mas agora estou sozinho
Bel: Já sei, então fique comigo.
Gaspar: não sabia que eu era tão gatinho
Bel: Pois é, também não...
Silvino Pirauá de Lima - Natália Nara Park Andrade7A n° 23
Silvino Pirauá de Lima nasceu em 1848 no município de Patos em Pernambuco, na seca de 1898 migrou para Recife.
Era chamado de "O enciclopédico" pelo seus contemporâneos. Seguidor de Francisco Romano Caluete, percorreu com ele vários Estados como o Pará, Amazonas e Maranhão, e recriou o célebre desafio ocorrido em Patos entre seu mestre e Ignácio da Catingueira, que teria durado oito dias. Aparece como o introdutor do romance em versos no cordel, tocava a viola muito bem e as vezes improvisava seus versos. Parece ter servido de base à observação de Mário de Andrade de que haveria um certo “pernosticismo deliciosamente irritante nos cantadores de cordel”, a maneira sofisticada como os poetas da mesma estirpe deste compunham assuntos variados.Morreu cantando, na cidade de Bezerros (Pernambuco) em 1913, vitima da varíola.
Um dos seus poemas mais famosos é a “História de Crispim e Raimundo”, escrito e publicado em 1909, numa empresa tipográfica maranhense, em que Silvino faz uma incursão pelo campo do Direito Penal.
“Escreveu também a “História do capitão do navio”, a “História das três moças que queriam casar com um só moço”, a história de“ Zezinho e Mariquinha”, “ A vingança do sultão”, “ Descrições da Paraíba” entre outras, e lhe são concedidas "martelo agalopado", um dos gêneros da cantoria, e outras inovações formais na poesia popular.
Trecho de "E tudo vem a ser nada"
Tanta riqueza inserida
Por tanta gente orgulhosa
Se julgando poderosa
No curto espaço da vida
Oh! que idéia perdida
Oh! que mente tão errada
Dessa gente que enlevada
Nessa fingida grandeza
Junta montões de riqueza
E tudo vem a ser nada
Vemos um rico pomposo
Afetando gravidade
Ali só reina bondade
Nesse mortal orgulhoso
Quer se fazer caprichoso Vive de venta inchada
Sua cara empantufada
Só apresenta denodos
Tem esses inchaços todos
E tudo vem a ser nada
Por tanta gente orgulhosa
Se julgando poderosa
No curto espaço da vida
Oh! que idéia perdida
Oh! que mente tão errada
Dessa gente que enlevada
Nessa fingida grandeza
Junta montões de riqueza
E tudo vem a ser nada
Vemos um rico pomposo
Afetando gravidade
Ali só reina bondade
Nesse mortal orgulhoso
Quer se fazer caprichoso Vive de venta inchada
Sua cara empantufada
Só apresenta denodos
Tem esses inchaços todos
E tudo vem a ser nada
Fontes de pesquisa:
. Wikipédia
.http://www.casaruibarbosa.gov.br/cordel/SilvinoPiraua/silvinoPiraua_biografia.html
. Wikipédia
.http://www.casaruibarbosa.gov.br/cordel/SilvinoPiraua/silvinoPiraua_biografia.html
.Enciclopédia Barsa
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
José Costa Leite- Samira Saad Guarda, nº27
Considerado um dos nomes mais conhecidos da literatura de cordel doNordeste brasileiro, José Costa Leite nasceu em Sapé, no estado da Paraíba, no dia 27 de julho de 1927.
Mora, há bastante tempo, em Condado, município da Zona da Mata de Pernambuco.
É um dos mais importantes e conceituados xilógrafos ou gravuristas do Brasil, dono de uma técnica apurada e de estilo muito pessoal.
Utilizando a sua quicé ou caxirenguengue (uma faca velha, imprestável e/ou sem cabo) na madeira do cajá – árvore da família das Anacardiáceas (Spondias lútea L), de textura mole, fácil de ser trabalhada e abundante na região nordestina - cria inúmeras xilogravuras, que ilustram as capas dos seus folhetos.
O antigo Instituto do Açúcar e do Álcool publicou, em 1972, um álbum com 21 xilogravuras de sua autoria, coletadas pelo folclorista Evandro Rabello, alusivas aos mais variados meios de transporte usados na zona canavieira do Nordeste, no passado e no presente: o carro de boi, a charrete, o caminhão, o trem, o cabriolé (espécie de carruagem) que antigamente conduzia a família do senhor de engenho, a rede, o cavalo, o trator.
José Costa Leite começou a escrever poesia popular aos 20 anos, possuindo atualmente mais de 500 folhetos. Sua arte, além de ter sido exposta em diversos estados brasileiros, é também conhecida internacionalmente, através de exposições realizadas em Nova Iorque, nos Estados Unidos e em Santiago, no Chile.
Em dezembro de 2006, José Costa Leite recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, junto com o Clube de Alegoria e Crítica O Homem da Meia-Noite e a artista circense Índia Morena (Margarida Pereira de Alcântara).
A Biblioteca Central Blanche Knopf, da Fundação Joaquim Nabuco, possui no seu acervo uma grande coleção de folhetos de sua autoria.
Fontes:
Oswaldo Goeldi, por Ana Laura Leme n.o 01 7.oA
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| Céu Vermelho |
Goeldi era filho de Guilherme Ducatti Goeldi, um cientista suíço.
Com apenas 1 ano de idade, Goeldi se mudou com sua família para Belém, onde permaneceram até 1905. Depois se transferiram para Suíça.
Em 1917, Goeldi se matricula na Escole Des Arts et Métiers (Escola de Artes e Ofícios), em Genebra, porém a abandona jugando-a demasiada acadêmica. Após isto, começa a ter aulas nos ateliês de Serge Pahnke e Henri Van Muyden. No mesmo ano, realiza sua primeira exposição individual em Berna, na Galeria Wyss.
Em 1923, conhece Ricardo Bampi que o incentiva à xilogravura. Na década de 1930 lança seu primeiro "disco" As 10 Gravuras em Madeira de Oswaldo Goeldi com a introdução de Manuel Bandeira e em 1937, são lançadas suas primeiras gravuras coloridas.
Em 1952, inicia a carreira de professor na Escolinha de Arte do Brasil. e em 1955, torna-se professor na Escola Nacional de Belas Artes.
Goeldi morre no dia 16 de fevereiro de 1961, com 66, causas indefinidas.
Em 1995, o Centro Cultural Banco do Brasil, realiza uma exposição em comemoração ao seu centenário.
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| Chuva |
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| Oswaldo Goeldi |
http://pt.wikipedia.org/wiki/Oswaldo_goeldi
http://www.google.com.br/
http://www.oswaldogoeldi.org.br/
sábado, 6 de agosto de 2011
Definição e Histórico da Literatura de Cordel, por Guilherme nº10/7ºA
DEFINIÇÃO:
Literatura de Cordel é um tipo de poema popular que começou oralmente, e depois passou a ser impresso em folhetos rústicos, que são expostos para venda pendurados em cordéis, o que deu origem ao nome herdado de Portugal, que tinha tradição de pendurar os mesmos em barbantes. No Brasil, os folhetos poderiam ou não estar expostos em barbantes. Possuem versos rimados e, a maioria é ilustrada com xilogravuras.
Cordelista cantando e tocando viola
Os autores recitam seus versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
Xilogravura em capa de cordel
HISTÓRICO:
A literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holândes da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados cordéis.
Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização.
As impressões de folhetos brasileiros começaram na segunda metade do século XIX. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos. entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião e o suicídio do presidente Getúlio Vargas são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado.
No Brasil. a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores.
FONTES DE PESQUISA:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura de cordelP
http://www.lendo.org
http://www.sempretops.com.br
http://singrando horizontes. wordpress. com
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