domingo, 15 de maio de 2011

Guiomar Novais-José Maurício n°16

Guiomar Novais foi uma pianista brasileira, que se tornou uma das maiores celebridades da música na Europa e nos Estados Unidos no início do século XX.

Guiomar nasceu em 28 de fevereiro de 1894, no interior de São Paulo, na cidade de São João da Boa Vista. Era a décima sétima filha de um total de dezenove irmãos. Aprendeu a tocar piano aos 4 anos de idade, em casa, com as irmãs mais velhas e aos 7 anos começou a estudar música em São Paulo com professores famosos. Fez sua primeira apresentação pública como pianista aos 8 anos de idade.
Em 1909, aos 15 anos, Guiomar partiu para a Europa para estudar no Conservatório de Música de Paris, onde teve um desempenho brilhante. Em 1911, terminou seus estudos em Paris e permaneceu na Europa tocando em importantes cidades como Londres, Genebra e Milão até 1914, quando começou a Primeira Guerra Mundial e Guiomar foi para os Estados Unidos.
Nos Estados Unidos continuou sua carreira de pianista, apresentando-se em importantes cidades.

foto de Guiomar Novais


Você quer ouvir uma música de Guiomar Novais?
Então clique aqui http://www.dailymotion.com/video/xeipa1_guiomar-novaes-1954-piano-concerto_music


fontes:
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Guiomar_Novais

terça-feira, 10 de maio de 2011

Antônio Gomide- por Samira Saad, nº27

       Pesquisador aplicado e artista engajado, o pintor, desenhista, gravador, escultor e professor de Artes Plásticas, Antonio Gonçalves Gomide, nasceu no ano de 1895 em Itapetininga, São Paulo. 
        Ao mudar-se para a Suíça, em 1913, passou a freqüentar a Academia de Belas Artes de Genebra e tornou-se discípulo de Gillard e Ferdinand Hodler.
        Em Paris, teve contato com artistas de vanguarda e, acompanhou as tendências locais e da época. Seus trabalhos desta época mostram influências renascentistas, traços cubistas e de art déco. Em sua estada na capital francesa, freqüenta ateliês de artistas como Picasso, Braque, Lhote, Picabia e Severini, além de manter contato com modernistas brasileiros, como Anita Malfatti e Victor Brecheret. Nesta época aprendeu a técnica do afresco com Marcel-Lenoir.
         De volta ao Brasil em 1929, aproximou-se do movimento de renovação das artes plásticas, ao lado de diversos artistas que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922. Junto com outros artistas funda a Pró-Arte Moderna em 1932, e neste mesmo ano tornou-se dirigente do Clube dos Artistas Modernos. 

         Já no fim da vida, nos anos 60, dedica-se à escultura, pois um problema na visão - que o deixaria cego em 1966 - o impede de pintar. Falece em 31 de agosto de 1967 na cidade de Ubatuba, São Paulo. 
As bailarinas

Puxada de redes






quarta-feira, 4 de maio de 2011

Vicente do Rêgo Monteiro - Ana Laura Leme 7°A, n°01


Vicente do Rêgo Monteiro




Vicente do Rêgo Monteiro nasceu no dia 19 de dezembro de 1899 em Recife.Foi um pintor, desenhista, professor e poeta brasileiro, filho de artistas.
Cursou a Académie Colarossi,Academia Julien e La Grande Chaumière, em Paris, França e em 1913 participou do Salão dos Independentes, na capital francesa.
Já de volta ao Brasil, fez sua primeira apresentação individual, que aconteceu no ano de 1917.
Entrou em contato com alguns artistas que desencardeariam a Semana de Arte Moderna no qual participou com dez pinturas.
Era considerado um dos pintores estrangeiros mais conceituados da França por sua notável participação em mostras duais e coletivas.
A pintura de Vicente do Rêgo Monteiro é caracterizada pelas cores e contrastes e pelo "clima" místico e metafísico.
Além de pintor e poeta, era professor no Instituto Central de Artes da UnB.
Vicente do Rêgo Monteiro morreu no dia 5 de junho de 1970, quando tinha apenas 71 anos.
                                                                    


                                                                         
                                                              Quadro:" Os Calceteiros" de Vicente do Rêgo Monteiro

http://www.pitoresco.com.br/brasil/viremon/viremon.htm                     
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vicente_do_Rego_Monteiro                             :  Bibliografia                     

terça-feira, 3 de maio de 2011

Oswald de Andrade - Natália Andrade 7A n°23


Oswald de Andrade


José Oswald de Souza Andrade. Nasceu em 11 de janeiro de 1890, em São Paulo e era filho único. Era romancista e dramaturgo. Filho de uma família rica. Estudou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco e depois em 1912 viaja à Europa, e conhece vários países. Em Paris, entra em contato com o futurismo.
De volta ao Brasil participa das reuniões da Vila Kirial e conhece o artista plástico Lasar Segall. Escreve “A recusa”, drama em três atos, e volta a escrever no “O Piralho”. Em 1917, conhece Mário de Andrade e defende Anita Malfatti de uma crítica devastadora de Monteiro Lobato. Ao lado deles e de outros. Organiza-se a semana da Arte Moderna.
Em 1922, participa da Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo. Faz conferência, em 18 de setembro, comemorativa ao centenário da Bandeira Nacional. É um dos participantes do grupo da revista “Klaxon”, onde colabora. Integra o grupo dos cinco com Mário de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Menotti del Picchia.
Em 1924 publica no jornal, Correio da Manhã, o manifesta da poesia Pau Brasil, no ano seguinte, com alterações esse manifesto abria o seu livro de poesias "Pau Brasil".
Em 1926, Oswald se casa com Tarsila do Amaral tornando-se o casal mais importante das artes brasileiras. Sendo carinhosamente apelidados, por Mário de Andrade como "Tarsiwald". Mais tarde separa-se de Tarsila, casa-se novamente e morre em 1954. 

OBRAS
Humor:

Revista “O Pirralho” — crônicas em português macarrônico sob o pseudônimo de Anniball Scipione (1912 — 1917)
Poesia:
Pau-Brasil (1925)
Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade (1927)
Cântico dos cânticos para flauta e violão (1945)
O escaravelho de ouro (1946)
Romance:
A trilogia do exílio: I  Os condenados, II —A estrela de absinto, III — A escada vermelha (1922-1934)
Memórias sentimentais de João Miramar (1924)
Serafim Ponte Grande (1933)
Marco Zero: I - A revolução melancólica, II — Chão (1943).
Memórias: Um homem sem profissão (1954)
Teatro:
A recusa (1913)
Théâtre Brésilien — Mon coeur balance e Leur Âme (1916) (com Guilherme de Almeida)
O homem e o cavalo (1934)
A morta (1937);
O rei da vela (1937).
O rei floquinhos (1953)
Manifestos:
Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924)
Manifesto Antropófago (1928)
Manifesto Ordem e Progresso (1931)
Teses, artigos e conferências publicadas:
O meu poeta futurista (1921)
A Arcádia e a Inconfidência (1945)
A sátira na poesia brasileira (1945)
Versões e adaptações:
Filme “O homem do Pau-Brasil”, de Joaquim Pedro de Andrade, baseado na vida de Oswald de Andrade (1980)
Filme “Oswaldinianas”. Formado por cinco episódios, dirigidos por Julio Bressane, Lucia Murat, Roberto Moreira, Inácio Zatz, Ricardo Dias e Rogério Sganzerla (1992)
Publicações póstumas:
A utopia antropofágica – Globo
Ponta de lança – Globo
O rei da vela – Globo
Pau Brasil – Obras completas – Globo
O santeiro do mangue e outros poemas – Globo
Obras completas – Um homem sem profissão – Memórias e confissões sob as ordens de mamãe – Globo
Telefonema – Globo
Dicionário de bolso – Globo
O perfeito cozinheiro das almas desse mundo – Globo
Os condenados – A trilogia do exílio – Globo
Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade – Globo
Os dentes do dragão – Globo
Mon coeur balance – Le Âme - Globo
Uma das poesias de Oswald foi o Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo



Fontes:

Barsa: Andrade, Oswald